quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Ciclismo do FC Porto com nova parceria e acrescento ao nome desportivo: “W52 FC PORTO MESTRE DA COR”


Equipa de Ciclismo passa a chamar-se W52 FC PORTO MESTRE DA COR: Pareceria origina natural alteração  no nome desportivo, o popular “naming”, para a nova época.

A temporada da nova época do calendário de ciclismo aproxima-se do seu início e com ela surgem algumas novidades. Uma delas tem a ver com o “naming” da equipa portista que, em resultado de uma parceria com a empresa Mestre da Cor, passará a ser denominada “W52 FC Porto Mestre da Cor”.


«Sediada em Santa Maria da Feira, a Mestre da Cor é uma empresa de tintas multimarca e distribuidora das marcas mais prestigiadas a nível nacional que conta já com 15 anos de experiência na área, sendo detentora de 11 lojas distribuídas pelo norte e centro do país. Os diretores gerais da empresa, Hugo Mendes e Sara Costa, consideram que associar a Mestre da Cor à modalidade é motivo de grande entusiasmo, acreditando que esta parceria tem todas as condições para manter os Dragões no topo do ciclismo nacional.» E toda a gente seguidora das corridas em que participem as camisolas do FC Porto anseia que continue a força do sucesso ciclista azul e branco este ano, também.  


Sendo que o azul e branco listado do FC Porto tem muita força e as camisolas das duas listas portistas têm grande carga histórica, tal qual o FC Porto sempre foi mestre na modalidade das bicicletas, desde tempos de uns Aniceto Bruno, Fernando Moreira, Lambertini, Dias dos Santos, Moreiras de Sá, Onofre Tavares, Alberto Copi, Amândio Cardoso, Pardal, Barrendero, Emídio Pinto, Artur Coelho, Sousa Cardoso, Sousa Santos, Carlos Carvalho, Mário Silva, Ernesto Coelho, José Pacheco, Cosme de Oliveira, Joaquim Leão, Gabriel Azevedo, Hubert Niel, etc. etc. até ao Gustavo Veloso, Vinhas, António Carvalho, Mestre e Cª, será agora tempo de reforçar a posição de mestre da cor, igualmente, em tons de azul vivo pelas estradas e especialmente nas chegadas às metas.


Na associação desta realidade, à entrada da prestigiada marca para o mundo azul, juntando-se ao nome apaixonante do Futebol Clube do Porto e à denominação w52 de Adriano Sousa (Quintanilha), juntamos algumas imagens históricas do ciclismo portista ao longo dos tempos, em testemunho de camisolas ainda antes da era da publicidade e depois já com logotipos publicitários de algumas das marcas que se foram associando, ao longo dos tempos.


Armando Pinto

((( Clicar sobre as imagens, para ampliar )))

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Je suis Porto = Pinto da Costa ultrapassa Santiago Bernabéu, passando a ser o presidente de maior duração mundial !


A frase JE SUIS… andou por muito lado, a dizer que todos eram Charlie, como se sabe. Traduzindo apelo à liberdade, a propósito dos trágicos acontecimentos ocorridos em Paris, devido aos condenáveis ataques ao jornal francês Charlie Ebdo, de cujos atos resultaram mortes físicas e morais à liberdade de imprensa e opinião. Passando a ser uma máxima ainda atual o derivado conceito de que todos somos qualquer coisa, como afirmação de apoio.

Como tudo o que se passa no miolo da Europa acaba por cá chegar, qual nuvem passageira, transpondo a um campo que nos relaciona mais, o pensamento voa por assuntos da afetividade, do que fazemos parte. Podendo então dizer-se que todos somos portugueses, embora alguns sejam mais que outros em questões sociais e não só…e, quanto ao resto, tudo o que é do denominador comum afeto ao FC Porto, por cá, nosso, destes lados do coração e da massa cerebral, Somos Porto.

Noutros tempos, sem estrangeirismos, aqui pelas nossas bandas, em vez de se dizer assim, somente, o povo comum tomava o todo pela parte e era costume acrescentar-se por ou pelo, conforme o facto – como no caso do futebol popularmente dizíamos… somos pelo Porto. Tal como, além de sermos pelo nosso clube predileto nacional, representante de nosso distrito ou região e principal embaixador do país nos trinta anos mais recentes, também sou pela nossa freguesia e pelo meu concelho. Pelo telurismo que, em suma, está impregnado em todos os que se sentem felizes com suas ligações.

Assim sendo, sendo pelo Porto, Portista, naturalmente que admiro quem também é Portista e especialmente que se devota ao FC Porto, tal como quem suou a camisola azul e branca em defesa do FC Porto, quem trabalhou e se esforça em prol do FC Porto. E como tal sou admirador do trabalho de Pinto da Costa em todas as causas que abraçou ao serviço do FC Porto e eternamente grato por quanto elevou o FC Porto.


Como tal, registo aqui o facto de a partir desta data Nuno Pinto da Costa ser o máximo dirigente internacional de futebol. Ao haver ultrapassado Barnabeu em todos os números curriculares, ultrapassado que fica, de ora em diante, esse antigo presidente do Real Madrid.

Para efeito histórico, anoto o que é referido, a propósito, no jornal O Jogo, com dados referentes ao dia de hoje. Pois a partir de amanhã, naturalmente, passa a somar-se cada vez mais, em maior distância e alcance…

« Pinto da Costa conta (agora) com 34 anos, 8 meses e 19 dias à frente do FC Porto. Há vários presidentes que o mundo consagrou. O portista já era recordista de títulos e agora tem mais para contar.

Jorge Nuno Pinto da Costa deixa Santiago Bernabéu para trás e passa a ser o presidente com mais tempo consecutivo num clube na história do futebol mundial. São já 12.684 dias à frente dos destinos do FC Porto.


Os livros de história nem sempre são claros em relação à tomada de posse de Santiago Bernabéu no Real Madrid, em 1943. Há registos que apontam a 11 de setembro, outros a 14 e até a 15 do nono mês do ano. A morte, no cargo, foi a 2 de junho de 1978. De qualquer forma, é seguro que, tenha o presidente que deu o nome ao atual estádio da equipa de Cristiano Ronaldo tomado posse em que dia fosse, hoje Pinto da Costa já o deixou para trás.

São 12 684 dias como líder supremo do clube que ama. São quase 35 anos, a que se juntam outros 20 como seccionista, diretor e chefe do departamento de futebol. É o maior mito entre os líderes míticos que O JOGO recorda nas páginas da sua edição desta sexta-feira ».


Sendo Porto, como somos todos os que temos o FC Porto como parte integrante de nossas vidas, ainda ficamos mais orgulhosos com essa honraria. Por algum motivo se sabe que os adversários não gostam de Pinto da Costa, porque ele não é presidente de seus clubes, naquela máxima verdadeira de quem desdenha quer comprar… e eles, então, porque não têm alguém assim entre eles, compram os árbitros para ajudar… e compensar.

Somos pelo Porto e isso é grande honra, efetivamente. Com orgulho por bons motivos, incluindo gostar de vencer de forma honesta, tendo memória em valorizar a glória do triunfo. 

Para alguém se sentir bem é necessário haver sedução, importando haver propriedade, de modo a todos  nos sentirmos fortes no que é nosso, entre os nossos. E somos assim, entre Portistas, pelo Porto. Haja então união, em podermos ser felizes tendo raízes.

Armando Pinto
((( Clicar sobre as imagens, para ampliar )))

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Um dos históricos exemplos de “roubos de arbitragens” contra o FC Porto


Foi em Fevereiro e corria o ano de 1963, num período em que o país também estava silenciado aos desígnios do poder político reinol, ao tempo, e do sistema desportivo-social que campeava desde a capital do império. Um caso, que aqui e agora recordamos, para que conste e jamais passe despercebido ou seja riscado da memória histórica, entre exemplos vários do que foi sucedendo ao longo dos tempos, como em anos recentes está a voltar a acontecer.

Podia-se deixar isto para lembrar aquando da data correspondente do calendário, mas estes acontecimentos não são bem de memorizar como efemérides, sendo tão só como infelizes ocorrências que devem estar sempre presentes, como lições e provas de jurisprudência memorial… Tais os "roubos de igreja" que Pedroto combateu quando regressou ao FC Porto, junto com Pinto da Costa.


O caso mais lembrado foi na verdade o célebre passado com Calabote, por ter acontecido na última e decisiva jornada do Campeonato Nacional de futebol da 1ª Divisão do respetivo ano, em 1959, mas diversos outros existiram, infelizmente. Como um que teve lugar em pleno relvado das Antas na fase decisiva do Campeonato em 1963. Facto que, por ter sido mesmo no antigo estádio do FC Porto, teve anos depois referência num jornal desportivo fora da esfera da capital do país (pudera…!), aquando da comemoração das bodas de prata do estádio das Antas.


Assim, para todos os efeitos, repescamos esse infausto acontecimento, deitando olhos e mãos de trabalho historiador ao que narrou o jornal O Norte Desportivo, em seu número de 28 de Maio de 1977, comemorativo então da passagem de 25 anos da inauguração do mítico estádio das Antas.

Atente-se assim no devido recorte da correspondente “caixa” colunável, que fala por si e por nós…!


Armando Pinto
((( Clicar sobre as imagens, para ampliar )))

= Nota: Como sempre, comentários "do contra"  serão eliminados… pois contra factos não há argumentos. Como dizia São João Crisóstomo, não se busque provas contra o que é sabido…

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Dr. Urgel Horta – Presidente do FC Porto da inauguração do estádio das Antas


No dia 10 de Janeiro de 1952 Urgel Horta tomou posse como presidente do FC Porto pela segunda vez (havia já presidido ao clube entre 1928 e 1929). Em cuja presidência clubista haveria de deixar marca histórica, no desenrolar dessa gerência presidencial.


Ora, o Dr. Urgel foi figura pública de grande prestígio. Constando nalgumas publicações como Abílio Urgel, acrescendo já corretamente em enciclopédias que «Urgel Horta foi presidente da direção do Futebol Clube do Porto de 1928 a 1929 e de 1952 a 1954. Durante o seu segundo mandato, foi inaugurado, em 1952, o Estádio das Antas, antigo estádio do clube durante 51 anos. No mesmo ano, deu-se a primeira vitória do clube no Campeonato Nacional de basquetebol. Após deixar a presidência do clube azul e branco dedicou-se também à atividade política, havendo então sido deputado na Assembleia Nacional.»

No blogue “Estrelas do FCP” consta sua biografia mais correta e pormenorizada: «Doutor Urgel Júlio Horta nasceu no dia 17 de Junho de 1896 em Felgar, Torre de Moncorvo.
Formado em medicina pela Universidade do Porto, especializado em oftalmologia e autor de várias obras literárias. Foi presidente do Futebol Clube do Porto em dois períodos: 1928/1929 e em 1951/1954.
Foi durante o seu primeiro mandato que o F.C. Porto se tornou Instituição de Utilidade Pública a 13 de Março de 1928.
Na sua segunda passagem pela presidência do clube foi inaugurado o Estádio das Antas no dia 28 de Maio de 1952, o mesmo dia em que o clube foi honrado com a visita do Chefe de Estado, general Craveiro Lopes, que colocou no estandarte do clube a Medalha de Mérito Desportivo que só fora até então atribuída aos componentes da equipa Nacional de hóquei em patins que conquistaram títulos mundiais.»

Como grande presidente que foi do FC Porto era um personagem de quem adeptos de outros clubes não gostavam, a pontos de terem inventado historietas que alguns saudosistas de velhos processos, ao tipo sistema BSB, continuam a tentar transmitir, falsamente embora, tal como o nome que indicam desse tal Abílio... Mas, sobretudo, Urgel Júlio Horta ficou na memória culta como grande personalidade da vida nacional em seu tempo.

Já no blogue “Bibó Porto, carago”, no grande trabalho “FC Porto – Dragões de Azul Forte - Retalhos da história, conquistas e vitórias memoráveis, figuras e glórias do F. C. do Porto”, o seu autor Fernando Moreira, também ilustre transmontano portista, explana:

«Dr. Urgel Júlio Horta (n. Felgar, Moncorvo, 17 Jun.1896 – m. 1971), formado em medicina pela Universidade do Porto, especializou-se em oftalmologia, em Paris, e é autor de várias obras literárias. Foi presidente do FC Porto por duas vezes: em 1928-1929 e em 1952-1954.
• Em 13 de Março de 1928, no seu primeiro mandato, ao FC Porto é atribuído o estatuto de Instituição de Utilidade Pública. Coube-lhe a contratação do treinador Yozhef Szabo que revolucionou o futebol do Clube e do País.
• Durante o seu segundo mandato é inaugurado o Estádio das Antas, "casa" portista durante 52 anos. Se Cesário Bonito idealizou e fez arrancar o projeto das Antas, Urgel Horta foi o presidente da obra feita. Um presidente de palavra que, com o clube a atravessar uma grave crise financeira e com as obras do estádio a meio, prometeu resolver os problemas maiores e prosseguir com o projeto das Antas. E cumpriu. Um homem de palavra!

= No cerimonial protocolar da inauguração do Estadio das Antas, o Dr. Urgel Horta, como Presidente do FC Porto, presente nas honras da casa ao Presidente da República Craveiro Lopes, durante a colocação no estandarte do clube da condecoração atribuída oficialmente então ao FC Porto. =

• Como Presidente teve o privilégio de assistir à conquista pelo FC Porto do primeiro Campeonato Nacional da 1.ª Divisão, em duas modalidades: Hóquei em Campo (1951-52) e Basquetebol (1951-52). No basquete o FC Porto venceu o Campeonato pela segunda vez consecutiva na época 1952-53.
Em 1952 o FC Porto sagrou-se, finalmente, Campeão Nacional de Atletismo por equipas (ar livre). Foi uma vitória brilhante, fruto do trabalho soberbo que a secção desenvolvia no Clube. Em Setembro do mesmo ano foi inaugurada a pista de atletismo, em cinza, no Estádio das Antas.
Ainda em Set.1952, o portista Moreira de Sá venceu a XVII Volta a Portugal em Bicicleta. Em Andebol de 11, o FC Porto revalidou, em 1953-54, o título de Campeão Nacional, sendo o Tri do Presidente.
No futebol, apesar do arredo de conquistas, Urgel Horta não deixou que se desfalecesse e preparou o Clube para o futuro. Fez ingressar na equipa três africanos, Albasini (médio), Carlos Duarte e Fernando Perdigão (avançados), e foi buscar António Teixeira (avançado), que brilhara no Vitória de Guimarães. Em finais de 1952 conseguiu que Pedroto (médio) também viesse, protagonizando a maior transferência do futebol português até então. Futebolistas que iriam revelar-se de utilidade inegável, contribuindo para a retoma de títulos e conquistas sublimes.
• O Dr. Urgel Horta “tinha um profundo orgulho na cidade do Porto e na sua evolução, um cenário onde se integrava totalmente o FC Porto. Se há coisa que ele fez, foi dar sempre tudo em prol do clube”. Homem do regime foi deputado à Assembleia Nacional.
• Urgel Horta, o homem, o presidente, a quem o FC Porto muito deve.»

Como se vê, neste caso, nem é preciso puxar muito pela memória arquivista pessoal, havendo trabalhos destes sobre alguns dos Presidentes do FC Porto. Entre os quais o Dr. Urgel Horta merece lugar especial como um dos grandes vultos da História do FC Porto – que é o que mais interessa para o caso.

Contudo o papel relevante do Dr. Urgel Júlio Horta à frente do FC Porto merece um enquadramento à grande obra concluída em seu mandato, como ficou registado n' O Norte Desportivo em número comerativo dos 25 anos das Antas, em 1977:


Sobre o Dr. Urgel a revista Dragões, no seu número comemorativo do cinquentenário do estádio das Antas, em 2002, dedicou-lhe uma curiosa página, que para aqui transpomos (com cópia da página inteira e depois o texto em maior destaque):


Dr. Urgel que, ainda, numa publicação oficial do clube, em “FCPorto figuras & factos 1893-2005”, é descrito com a ficha oficial com que encerramos esta memorização:


Armando Pinto
((( Clicar sobre as imagens, para ampliar )))

sábado, 7 de janeiro de 2017

Efeméride - Início do projeto de novo estádio nas Antas - Esboço do atual estádio do Dragão


Como é lembrado hoje e sobre este dia em "Dragões Diário": «Há 17 anos, a 7 de janeiro do ano 2000, o arquiteto Manuel Salgado apresentava pela primeira vez o esboço daquela que viria a ser casa do FC Porto. O projeto da nova cidade desportiva das Antas tinha como epicentro o nosso Estádio do Dragão, com capacidade para receber comodamente mais de 50 mil espectadores. O estádio, que pelo menos para nós» (mas não só, diremos nós por outro lado, autor deste blogue, bem como para quem tem bom gosto e sabe apreciar o que for belo) «é o mais bonito do mundo» - sem ser exteriormente à cor de cimento, nem em tons berrantes. Estádio, o nosso, que depois «foi inaugurado a 16 de novembro de 2003, a tempo de ser palco da triunfante caminhada para a conquista do título europeu de clubes de 2004, em Gelsenkirchen, na Alemanha.»


Na época em que foi apresentado o projeto, após tempos de curiosa esperança, começava a crescer a materialização desse grande anseio, embora ainda nas asas da imaginação. Algo a que, agora, como lembrança desses tempos, damos à estampa uma imagem respeitante a um “poster” coevo, segundo reprodução da época (quando ainda o projetado estádio novo era indicado pelo nome do velhinho das Antas). Numa era de grande afirmação, tal qual quando, depois disso, Mourinho deu um murro na mesa a dizer que contra tudo e todos o futebol do Porto havia de ser superior, e Pinto da Costa suplantou a mania sulista dum tal Rio e seus comparsas contra o Porto.


Armando Pinto
((( Clicar sobre as imagens, para ampliar )))

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Basta de tanta pulhice no futebol português… o sistema desavergonhado está a atingir raias mafiosas!



Em Portugal como o crime tem compensado, os mafiosos não têm medo e nem escrúpulos, estão à vontade... até no desporto.


...O “Dragões Diário" desabafa...

«Definitivamente, não há vergonha no futebol português e quem menos vergonha tem é quem é responsável por este estado de coisas, com o Conselho de Arbitragem à cabeça, com nomeações sempre a piorar. E sabem porquê? Porque o até ontem desconhecido Luís Godinho é a partir deste mesmo mês de janeiro árbitro internacional, indicado pelo Conselho de Arbitragem. Pelas boas arbitragens não é certamente. Pelos bons desempenhos em jogos de grau de dificuldade elevado não é, porque não os fez, pelo menos em quantidade aceitável. Então por que será?

É tempo de de gritar basta, de desmascarar todo este polvo que criou um monstro em que árbitros sem experiência, sem provas dadas, são transformados em internacionais proveta. O FC Porto vai lutar todos os dias e os dias todos que forem preciso para acabar com estas situações. Esse é o compromisso que manteremos sempre com os sócios e adeptos.

E ficamos à espera de esclarecimentos públicos das autoridades da arbitragem sobre esta pouca vergonha. Que explicação têm para que em quase todos os jogos fiquem penáltis por marcar a favor do FC Porto? Que motivo pode levar um árbitro a expulsar um jogador depois de o atropelar? O que acham que deve acontecer a um árbitro que tem este género de comportamento? A elevadíssima, para não dizer inaceitável, percentagem de erros em prejuízo do FC Porto explica-se como? E o presidente da APAF mantém que a culpa é dos dirigentes? Se sim, pode nomear o dirigente responsável por um jogador ser expulso por um árbitro lhe dar um encontrão? Finalmente, acham que a verdade das competições está salvaguardada?»

Só quando houver alguma desgraça física vão então ver a situação, quiçá aparecer carpideiras...

= Um exemplo só, do que aconteceu desta vez:

((( Clicar sobre a imagem, para ampliar )))
A P

sábado, 31 de dezembro de 2016

Feliz 2017 !


Aos amigos e acompanhantes, leitores e comentadores, deste espaço informático de idealização e partilha histórico-literária portista:

- o autor deseja Bom Ano Novo, em  continuação de Boas Festas nesta quadra natalícia e ótimo ano de 2017. Com votos das melhores venturas para os anseios próprios, do mesmo denominador comum.  Enquanto desportivamente acabem as vergonhas que têm assentado arraiais, perante o favorecimento descarado do regime, para que deixe de compensar o mal e finalmente haja justiça dentro do fenómeno desportivo, sem manobras arbitrárias. E, assim sendo, haja na honestidade e honradez paz na terra aos homens de boa vontade!


Armando Pinto