segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Bolar de lembrança ao Voleibol portista


Como o ecletismo do FC Porto foi já orgulho dos portistas seguidores da vida da coletividade azul e branca e dando vez às modalidades com certo historial na vida gloriosa do FC Porto, retomamos aqui atenções às modalidades de pavilhão para lembrar o Voleibol, desporto que no ambiente portista deteve rica tradição, até haver deixado de ter lugar. Uma modalidade a que ficaram ligados tantos e bons valores, desde os antigos e dedicados timoneiros e atletas carolas, Fernando Castro, Aguiar, Pinol, Oliveira, Eduardo Almeida, Noronha Feio, até ao Professor Manuel Puga, Vilarinho, Salvador, Mota Freitas, Martins, Franqueira, Rui Faria, Silvio, Matos, Azevedo, Dória, Dr. Nelson Puga, atual médico do futebol profissional, e José Moreira, pai do atual andebolista Moreira, etc. Para só referir alguns dos muitos nomes que fizeram história na modalidade da rede ao meio, do FC Porto.

Entretanto deixou de existir no FC Porto, infelizmente, tal modalidade aqui e agora em apreço. Ficando no esquecimento clubista e consequentemente deixando de ter atenção dos adeptos portistas, na generalidade, a pontos que hoje em dia nem conhecemos bem as regras, de permeio alteradas, segundo nos apercebemos (falando em nome pessoal, pelo que vi numa recente transmissão, em que os pontos já não eram conquistados só após duas jogadas ganhas, como antigamente). Até que recentemente uma reportagem jornalística avivou memórias e anseios – como recordamos agora, transpondo para aqui recortes da mesma crónica que foi publicada há meses no jornal O Jogo.

Renasce assim alguma esperança no regresso também desta modalidade ao mundo portista, na certeza, porém, que seja com horizontes fortalecidos, sabendo-se que tudo o que possa existir no FC Porto tem de ser com estatuto vitorioso, através de meios que possibilitem competição à medida da grandiosidade do nosso clube. 


Aproveitamos o lance para evocar algo ainda do historial da modalidade, colocando uma retrospetiva de dados conforme ficou publicado no Anuário de 2004 do livro O Dragão no Mundo, editado pelo Conselho das Delegações e Filiais do FC Porto.


Não sabemos em que posição do campo vai esse possível jogo futuro, mas trazemos o caso para qualquer eventual possibilidade poder ser avivada, fazendo assim o nosso bolar, de bola de saída, ou volar de serviço ao vólei, como lembrança de manchete, passe e ataque – na esperança que aos poucos o FC Porto vá recuperando mais antigas valências, de fazer das tripas coração para engrandecimento do FC Porto. Quando com essas existências de amor à camisola havia mais carisma e mística nas diversas vertentes de Portismo, qual fé, como poetou Pedro Homem de Melo, de que andam nossas almas cheias.

Armando Pinto

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sábado, 24 de setembro de 2016

FC Porto conquista a Supertaça António Livramento, Super Nacional de Hóquei em Patins 2016!


"FC Porto Fidelidade" de grande nível levou a melhor sobre o Benfica (por 13-7), em hóquei patinado, na Mealhada.


Num emocionante jogo de hóquei, o FC Porto derrotou o Benfica concludentemente. Numa grande, mesmo grandíssima vitória em tal prova que opôs as duas  melhores equipas da época passada. Depois da temporada finda ter terminado com vitória do FC Porto na final da Taça de Portugal, esta agora iniciada oficialmente começa também com outra vitória do FC Porto diante do mesmo finalista, desta vez para a Supertaça Nacional, presentemente chamada António Livramento  em homenagem a esse que foi um grande hoquista do Benfica e Sporting, como sobretudo da seleção nacional; e como treinador foi campeão pela última vez quando estava ao comando da equipa principal portista, tendo falecido como treinador do FC Porto. 


Assim o FC Porto conquistou este sábado último de setembro a nossa 20.ª Supertaça António Livramento. Colhida que fica mais uma taça, em tempo de vindimas. Vencida em zona de espumante, na 34ª edição da prova.

Hélder Nunes e seus colegas levantaram a taça, que presentemente tem outra imagem, com a cara de António Livramento sobre outros motivos hoquistas, após grande exibição de todo o conjunto, notando-se o trabalho de Guillem Cabestany Vives, mais um treinador vitorioso que começa a juntar uma assinalável folha de serviço com o emblema do FC Porto ao peito. E vencemos os do clube rival vermelho, novamente. Em mais uma que eles levaram e têm que contar… !


Com efeito, o FC Porto Fidelidade venceu este sábado o Benfica (13-7), no Pavilhão Municipal da Mealhada, conquistando assim a 20.ª Supertaça de hóquei em patins da sua história, competição na qual é, de muito longe, o clube mais titulado em Portugal. Num jogo cheio de história e de golos, os Dragões mostraram ser mais fortes e ergueram justamente o troféu.


O clássico que abriu oficialmente a temporada em Portugal começou de forma verdadeiramente frenética, muito por culpa do FC Porto, que demorou apenas dez segundos a inaugurar o marcador, por intermédio de Reinaldo Garcia. A entrada fulgurante dos Dragões conheceu mais dois capítulos quase consecutivos, primeiro por Gonçalo Alves, de grande penalidade (aos 4 m), e logo a seguir por Hélder Nunes, numa stickada fulminante de fora da área (5 m). O Benfica reduziu distâncias segundos depois, por João Rodrigues (5m), mas a noite estava destinada a ser azul e branca.


Hélder Nunes bisou de livre direto (13m) e Vítor Hugo, servido por Rafa, aumentou para 5-1 antes de Miguel Rocha surpreender Nélson Filipe no mesmo minuto (16). Pouco depois, em grande jogada individual, Rafa fez o sexto dos Dragões (18m) e o cenário de goleada começou a ganhar contornos mais claros com o bis de Reinaldo Garcia (22m), que estabeleceu o 7-2 favorável aos azuis e brancos registado ao intervalo. Um score que espelhava fielmente a supremacia portista ao longo dos primeiros 25 minutos.


O reatamento mostrou uma face completamente diferente do clássico e o Benfica surgiu transfigurado, tal como o FC Porto, mas para pior. Num espaço de apenas oito minutos, os lisboetas reduziram de 7-2 para 7-6 e reentraram na discussão pela conquista do troféu, mas os Dragões reergueram-se e responderam a dobrar: hat-trick de Hélder Nunes (35m) e bis de Gonçalo Alves (36m) para o 9-6, reduzido instantes depois para 9-7 por Carlos Nicolia. Na sequência de um contra-ataque, Hélder Nunes surgiu isolado na cara de Diogo Almeida e fez o póquer com um remate por entre as pernas, um movimento pleno de classe e talento, ao alcance de muito poucos (39m).



Não querendo ficar atrás do companheiro de equipa, Reinaldo Garcia também assinou um póquer e aumentou para 12-7 a pouco mais de sete minutos do fim, abrindo excelentes perspetivas para o sucesso azul e branco na Mealhada, que se viria a confirmar com o final do encontro, mas não sem antes Vítor Hugo bisar de livre direto (47m). O resultado não sofreu mais alterações e a Supertaça António Livramento viajou com o FC Porto Fidelidade para a Invicta, pela 20.ª vez em 34 edições e depois de um dos clássicos com mais golos de que há memória.

FICHA DE JOGO

BENFICA-FC PORTO FIDELIDADE, 7-13
Supertaça António Livramento

24 de setembro de 2016
Pavilhão Municipal da Mealhada

Árbitros: Luís Peixoto (Lisboa) e Joaquim Pinto (Porto)

BENFICA: Guillem Trabal (g.r.); Valter Neves (cap.), Diogo Rafael, Carlos Nicolia e João Rodrigues
Jogaram ainda: Diogo Almeida (g.r.), Jordi Adroher, Tiago Rafael e Miguel Rocha
Treinador: Pedro Nunes

FC PORTO FIDELIDADE: Nélson Filipe (g.r.), Reinaldo Garcia, Hélder Nunes (cap.), Gonçalo Alves e Rafa
Jogaram ainda: Jorge Silva, Vítor Hugo, Ton Baliu e Telmo Pinto
Treinador: Guillem Cabestany


Ao intervalo: 2-7
Marcadores: Reinaldo Garcia (1m, 22m, 41m, 43m), Gonçalo Alves (4m, 36m), Hélder Nunes (5m, 13m, 35m, 39m), João Rodrigues (5m, 26m). Vítor Hugo (16m, 47m), Miguel Rocha (16m, 33m), Rafa (18m), Carlos Nicolia (27m, 30m, 36m)
Disciplina: cartão azul a Hélder Nunes (26m) e Diogo Rafael (47m)


Assim sendo, em conclusão e como moral da história, mesmo com a arbitragem contra o FC Porto, o FC Porto conseguiu superar tudo o que lhe apareceu à frente, no rinque! E esta Supertaça é nossa!!!


Armando Pinto
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quarta-feira, 21 de setembro de 2016

FC Porto conquista a Taça Ibérica de Basquetebol


O FC Porto conquistou esta terça-feira, dia 20 de setembro de 2016, a Taça Ibérica de Basquetebol, diante do Cáceres, após ter jogado a segunda mão em Espanha, onde conseguiu manter vantagem derivado ao resultado da primeira mão, do jogo disputado anteriormente no Porto. Tendo no segundo jogo o resultado sido favorável ao Cáceres por 86-76, cujo desfecho deu supremacia final ao FC Porto pela diferença ao resultado dos 92-74 do Porto. Ganhando assim o FC Porto por 8 pontos.

Sem que este triunfo seja algo muito importante, mesmo porque o Cáceres não é de primeiro plano do basquetebol do país vizinho, e contando então mais como preparação para a nova época, é contudo de assinalar.

Sabendo-se que o FC Porto na época passada conseguiu recuperar o título de Campeão Nacional de basquete e esperando-se que na próxima temporada seja mantido o nível a que o clube faz jus, tal facto é propício a fazer recordar outros tempos, como quando ainda havia disputa do campeonato regional, a nível associativo. Conforme se relembra no caso do Campeonato Regional ganho em Janeiro de 1970, tal como se pode ver pela imagem dos campeões portuenses desse tempo em que no FC Porto pontificava um célebre americano, ao tempo importante no desenvolvimento da modalidade no clube, chamado Jeffrey – nome que este ano volta a evoluir no escalão principal do FC Porto, com o Jeffrey Xavier, também de origem dos Estados Unidos da América mas naturalizado por Cabo Verde, de onde seus pais são naturais – o Jef Xavier, como é mais conhecido, internacional cabo-verdiano que vem rotulado de bom valor do basquetebol espanhol.

Armando Pinto

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quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Troféu Futebol Clube do Porto


É sabido que o FC Porto, pelo menos do que se conhece pela transmissão historiadora, teve já e tem como galardões de reconhecimento oficial o antigo Troféu Pinga e o atual Dragão de Ouro. Mas entre um e outro teve também o Troféu Futebol Clube do Porto.

Ora a gratidão é uma ação bem bonita e o reconhecimento não lhe fica atrás, como no caso do FC Porto que em muitas e boas ocasiões teve já gestos desses, felizmente. Por entre práticas de um género de agradecimento honorífico, como deve ser.

Lembra o caso o facto de nem sempre haver, no decorrer dos tempos, uma total simbiose entre representantes e defensores do clube perante os apoiantes portistas, atendendo aos sócios, adeptos e simpatizantes darem sua afeição sem esperar outra recompensa que não seja que quem deve defender o clube dê o máximo, para que o FC Porto seja grande e vitorioso. Lembrando-se que fora do clube, mas intimamente bem dentro, haja quem sinta o FC Porto. Como se nota até em como por vezes dentro do campo de jogo não se veja força de querer vencer e raça de saber o que representa isso para muita gente, assim como fora, de quem anda por dentro, o quão necessário é o que está subjacente. Dando ideia que quer atletas como dirigentes e agentes deviam sentir melhor o pulso dos adeptos fieis, como ainda há tempos, por exemplo e entre diversos casos, houve um Encontro de Portistas, denominado Dia de Clube, onde só estiveram antigos atletas (na ocasião ex-futebolistas e um ex-hoquista), mais um antigo dirigente e um vice-presidente da atualidade, além dos portistas anónimos, mas faria bem aos atuais desportistas do clube também vivenciarem esses casos.

De facto houve e há razões que a razão conhece, no caso do FC Porto já ter tido sucessivos ícones de apreço, como galardões oficiais. Do que mais dá valor ao sentimento clubista. Vindo a talhe recordar a existência desse Troféu Futebol Clube do Porto, criado em 1970, durante a presidência de Afonso Pinto de Magalhães, e que ainda existia pelo menos em 1976, quando foi agraciado o futebolista António Oliveira – conforme se comprova por imagem alusiva. Não sabemos, em boa verdade e com exatidão, quantos mais foram atribuídos, apenas temos ideia de ter sido visto em fotografias de uma estante de trofeus de alguém onde constava tal troféu. Até porque o mesmo símbolo escultórico foi concebido para distinguir não só atletas e dirigentes, mas também entidades com mérito correspondente. Sendo certo que existiu, quão mereceu espaço emoldurado no jornal O Porto a elucidar sobre a sua instituição, ao tempo, como distinção para quem a merecesse.


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Armando Pinto

terça-feira, 13 de setembro de 2016

"Onofre Tavares-Rei do Sprint": Livro dum Ás dos Pedais português, nortenho e portista, em tempo de regresso vitorioso do ciclismo do FC Porto


Com efeito, no ano em que o FC Porto voltou a ter ciclismo, modalidade desportiva que tanta popularidade deu ao FC Porto em tempos de menor fulgor futebolístico, tendo os ciclistas do FC Porto levado as cores do clube azul e branco em destaque pelos idos anos das décadas de quarenta, cinquenta, sessenta e mais, foi reeditado um livro biográfico dum antigo valor do ciclismo portista, o famoso “Rei do Sprint” Onofre Tavares. Um livro que há muito estava esgotado e pela procura que ainda provocava aparecia por vezes apenas a preços elevados.



Ora, o livro de Onofre Tavares republicado, entretanto apresentado ao público no museu do ciclismo, nas Caldas, está agora à disposição pública também na Feira do Livro do Porto.

É assim com apreço que partilhamos tal notícia, da presença do mesmo livro na tradicional Feira do Livro do Porto, a decorrer nos hs hjardins do palqriodo do ciclismo do FC Portojardins do Palácio de Cristal, no pavilhão da respetiva editora, Bubok Portugal. 

Estando agendado para o próximo sábado, pelas 16 horas, um encontro no correspondente stand com o mesmo antigo ídolo do ciclismo portista, que vai estar presente juntamente com Eduardo Lopes, mentor da mesma reedição.

Na atualidade vitoriosa do ciclismo no reino do clube Dragão, que bem poderia também dar um livro a historiar as façanhas da época, recordamos a supremacia retomada no mundo das bicicletas de corrida com um texto do número mais recente da revista Dragões – na calha da existência do referido livro, merecedor de constar nas bibliotecas portistas.


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Armando Pinto

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

A propósito da época das festas anuais pelo país: Curiosidades de outros tempos…


Estamos em período fecundo de festas tradicionais portuguesas, com a realização de festividades populares de cunho nacional, profusamente distribuídas pelo território português. Sendo por esta altura do ano que, durante alguns dias, se realizam as conhecidas festas de Lamego, terra de Pedroto, a cujos festejos da romaria de Nossa Senhora dos Remédios até por estes dias têm sido dedicados programas no Porto Canal, entre programação dos quentes dias de verão, calha a preceito recordar uma visita da equipa principal do FC Porto a essa região vinhateira do país, corria o primeiro ano dos inícios da década de cinquenta – como se pode ver por reportagem coeva da antiga revista Stadium, em seu número de 5 de Setembro de 1951. Em cujo conteúdo se notam curiosidades relacionadas com condicionantes editoriais por esse tempo da política situacionista, em que até as deslocações de clubes precisavam de autorizações superiores. E o mais que se recorda neste registo historiador.


Armando Pinto

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domingo, 4 de setembro de 2016

Outono azulado...


O Outono ainda não chegou, mas em certos aspetos mais parece caminhar na cronologia ambiental para esse tempo mais acabrunhante. Já não bastando o enfraquecimento da vida portuguesa, com as políticas de empobrecimento, mas também agora no desporto e no caso particular dos temas que versam a vida do FC Porto, está a passar-se certo retrocesso, como em tempos de outros senhores, para não dizer da outra senhora... política.

Falar ou ouvir falar, pelo menos como penso e sinto, tal como escrever ou ler sobre o FC Porto, deve ser como música para os ouvidos – sem precisar de letra, ao género de lai, larai, lai… ou então numa língua que se não entenda (para quem não domine essa linguagem estrangeira, por exemplo), interessando o que chega aos sentidos, a melodia e o que o som provoca. Numa ideia que muitas vezes nem convém pensar estar-se muito por dentro de questiúnculas, melhor dizendo a pensar que se sabe e entende mais que o que é, quando por fora não se sabe nada, para se não perder o sentido superior. Tal como na história pátria agora não adianta saber se o primeiro rei de Portugal foi D Afonso Henriques verdadeiro ou um substituto para ter direitos de sangue real e assim os espanhóis nem pensarem se foram levados na conversa da corda ao pescoço do aio paternal, no caso do então jovem fundador da portugalidade…pois valeu que Portugal ficou independente, pelo menos até à entrada na CEE...


Nestes tempos de mundo global, em que uma parte da população se relaciona e convive virtualmente, está a acontecer que aparecem diferentes formas de mentalizações da opinião pública, algo que no caso portista está a desencadear abordagens que nem sempre são de encontro à normalidade. Tal o que acontece com acasos mais ou menos recentes, na transformação de personagens que enquanto estiveram no clube eram alvos a abater e depois passaram a exemplares de miragens. Havendo quem acredite em muita coisa e outros que se deixam influenciar. Cá por mim, pensem outros o que pensarem, só interessa o FC Porto, sem importar inventonas do correio da manha, da bola que é mais bolha, do chamado record que é autêntico rascor, da sport tv que é o que se sabe, mais os canais exclusivos só existentes de dois clubes lisboetas, entre a comunicação rasca e outros meios onde vão andando infiltrados, também. Há que saber separar o trigo do joio!

Nota Bene:
- Esta mensagem particular também é como voz pessoal de associado do FC Porto. Por acaso dum sócio que já recebeu a roseta de prata há muito tempo e daqui a anos pode voltar a receber idêntica, por entretanto e por motivos particulares, como também por alterações das condições dos sócios correspondentes e mais, ter interrompido a associação clubista paga, mas depois retomada... Sendo assim sócio normal atualmente, que não aceita que na maioria dos casos outros afirmem vontades dos sócios que não são na totalidade, ou seja, que outros digam que os sócios esperam mais isto ou aquilo, quando isso pode ser vontade de alguns, mas não no meu caso - que não mandatei ninguém para falar em meu nome e ainda sei pensar por mim. Pois também sou um sócio do FC Porto! 

Armando Pinto

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