domingo, 28 de agosto de 2016

Tempo a voltar para trás: FC Porto só conseguindo vencer quando e onde não há árbitros - Vitória em ciclismo e derrota num futebol de golos com mãos…!


Com efeito, o ciclista Rui Vinhas, da W52-FC Porto-Porto Canal, ganhou este domingo último de Agosto o Circuito Ribeiro da Silva, prova disputada em Lordelo, Paredes, terra natal do patrono da corrida. Tendo o recente vencedor da Volta a Portugal sido também vencedor aplaudido da festa de 49 quilómetros em honra daquele antigo ciclista titular de duas Voltas a Portugal.


Rui Vinhas cortou a meta com o tempo gasto de 1h 12m e 58s, ou seja 3 segundos antes do 2º classificado, João Benta, do Louletano-Hospital de Loulé; enquanto o 3º, a 26 segundos, foi o melhor sub-23 da corrida, Luís Gomes da Liberty Seguros/Carglass. A equipa W52-FC Porto-Porto Canal impôs-se também por equipas.

O Circuito Ribeiro da Silva encerrou a época de circuitos pós-Volta a Portugal, fechando a época desportiva para a maior parte do pelotão profissional português (ficando em aberto o chamado Campeonato de Rampa e um festival de pista em Tavira, até à participação nos Mundiais, para os que forem até ao Catar).


Enquanto isso, em futebol, o FC Porto saiu derrotado do primeiro clássico português disputado esta época, perdendo por 2-1 no estádio do Sporting, mediante dois golos obtidos de forma irregular pela equipa sportinguista. Isso perante mais uma arbitragem que continua na senda do retorno a tempos antigos, quando o FC Porto era sistematicamente prejudicado, mesmo roubado aos olhos do público - apenas que então não havia os meios que há hoje para se ver…

= Cotovelada de Coates em André Silva não assinalada. Na sequência do lance o árbitro assinala a falta de que resulta o primeiro golo do Sporting… depois até obtido com ajuda duma das mãos…

Ora, sabendo-se como antigamente o Benfica era favorecido no futebol, havendo quase um acordo vigente no sistema BSB (segundo transparecia na opinião pública) que deixava o Belenenses meter um ou dois jogadores nas seleções, como aconteceu no Mundial de 1966 e sobremaneira levava ao clube do regime deixar o rival Sporting contentar-se em ganhar um campeonato entre três que iam para antigo estádio da Luz, restando então ao FC Porto ficar na penumbra, normalmente “gamado”, era pois o ciclismo, onde não havia árbitros e contavam mais os músculos das pernas e cabeça de discernimento, para dar outro ar ao panorama do bem estar desportivo, quanto às gentes do Norte com paixão pelo maior símbolo desportivo com a cor espiritual do céu.. E agora parece estar a acontecer o mesmo, voltando o tempo para trás. Unicamente que se antes, em tempos do Estado Novo, não se podia levantar a voz contra o sistema, hoje não deve continuar a ser assim. A Direção do FC Porto tem de também regressar aos tempos em que Pedroto e Pinto da Costa ergueram a cabeça e se souberam fazer impor. Não com provocações internas, por haver entre a massa apoiante quem se importe com o chamado ADN Portista, tal o caso de se jogar em casa de adversários com cores diferentes das identificativas do clube… Mas sim com o coração portista de Porto Sentido, a lutarem contra os adamastores do desporto português!


Eis, numa resenha dos lances principais, algo como isto:
1 - No lance anterior ao golo do Sporting, houve agressão de Coates a André Silva; 2 - Primeiro golo do Sporting irregular (as imagens confirmam); 3 - Segundo golo irregular (idem); 4 - Agressão de Slimani a Layun;  5 - Falta feia de William sobre jogador do FC Porto, que daria segundo amarelo e expulsão…  6 - Agressão de João Pereira a Otávio.

- E a Direção do FC Porto fica a comentar só para dentro? Já se sabe que a comunicação social faz mais uma lavagem e os órgãos do poder assobiam para o lado…

É pena ser só no ciclismo que o corpo e a mente sã vençam só por si, sem influências de arbitragens…

Claro que, em futebol jogado, na própria equipa portista há casos a rever, de futebolistas que não têm lugar numa equipa com aspirações como a do FC Porto e alguns assuntos ainda pendentes... Mas se a arbitragem fosse imparcial o poder de fogo atual dava e sobrava para o que se viu.

Armando Pinto

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sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Equipa de Ciclismo do FC PORTO no CAMPEONATO DO MUNDO DE DOHA, no Qatar


A União Ciclista Internacional (UCI) divulgou  as quotas para os Campeonatos do Mundo que se vão disputar no Qatar e esse documento tem novidades muito positivas para o ciclismo português: A equipa portista, W52 / FC Porto /Porto Canal, formação mais forte este ano em Portugal, foi convidada pela UCI para participar na prova de contra-relógio coletivo, fruto dos seus bons resultados esta época e dos pontos somados para o ranking europeu.


Além da agradável surpresa, que boas novidades são sempre apreciáveis, tal notícia transporta sobre rodas natural orgulho para o mundo portista e particularmente a quem sempre desejou o regresso do FC Porto ao ciclismo. Sendo assim, além do regozijo pessoal e coletivo, um bom mote para  aqui se dar relevo ao facto - como acontecimento raro para o meio velocipédico nacional e honroso para o FC Porto e ao próprio ciclismo português.

Naquela concentração ciclista mundial, a prova de contra-relógio coletivo terá participação de todas as 18 formações do World Tour, 20 formações Profissionais continentais e 36 equipas continentais, o que perfaz um lote de 74 equipas, se todas forem, como é óbvio. Dada a qualidade da W52 – FC Porto e as características das restantes equipas continentais, a representante portuguesa tem tudo para ficar entre as melhores continentais, e mesmo rivalizar com algumas Profissionais Continentais.
A prova será realizada no dia 9 de Outubro, no Qatar, no decurso dos Campeonatos do Mundo que se disputam até dia 16 do mesmo mês, incluindo as diversas especialidades e categorias do ciclismo competitivo, a nível coletivo e individual. Onde, segundo nota informativa oficial, Portugal poderá levar 3 elementos à prova de estrada de elites e 3 elementos à prova de estrada de sub-23. Enquanto para a prova de sub-23 o limite máximo de ciclistas que os países podem levar é de 5, sendo que Portugal, em princípio, não poderá levar ninguém à prova de Juniores e à competição feminina. Quanto ao contra-relógio, uma seleção nacional poderá levar até 2 elementos.

Amando Pinto

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quinta-feira, 25 de agosto de 2016

"Estrela de Roma" - Américo, o primeiro Baliza de Prata português !


Não, não se trata de figura de cinema, lembrando que ficou célebre a cena de Mastroianni na Fontana di trevi, fonte monumental de Roma com ligações amorosas e artísticas. Mas sim, isso sim, no caso presente, de um epíteto de exaltação, a glorificar cintilação em momento marcante em Roma. Como por estes dias de Agosto aconteceu com o grande resultado que o FC Porto obteve no estádio olímpico da cidade eterna, diante do AS Roma (Associazione Sportiva Roma) a contar para o apuramento para a Liga dos Campeões europeus; e anos antes ocorreu com um dia de portentosa exibição do guarda-redes portista Américo, então em jogo com a camisola de seleção portuguesa.


O FC Porto, através da equipa principal do futebol azul e branco, já obteve por diversas vezes bons resultados em Itália e particularmente em Roma. Contudo o desfecho da pré-eliminatória bem presente ressalta acima ainda, mais pelos números, tal a categórica vitória por três golos sem resposta conseguida em Roma, que apurou o clube Dragão para a fase de grupos da Liga dos Campeões desta época. Acontecendo que mais brilho houve no firmamento romano, habituado em tempos áureos a ver passar em terra legiões triunfantes. Sendo que a estrela do acontecimento, desta feita, em 2016, foi a equipa portista no seu conjunto. Algo que duma vez anterior foi mais personalizado – tal como foi apelidado, no caso, o guarda-redes Américo, “Estrela de Roma”, em 1967. Tendo o Jornal de Notícias ido mais longe, ao considerá-lo "Águia de Roma", olhando aos seus vistosos voos (e na linha de anteriormente Virgílio ter sido celebrizado como "Leão de Génova", derivado a grande exibição também pela seleção, em jogo então disputado na cidade italiana desse nome). 


O tema traz assim à memória ter brilhado em tempos outra estrela portuguesa, quando Américo se cobriu de glória na defesa da baliza portuguesa, precisamente também no Estádio Olímpico de Roma, em plena semana da Páscoa de 1967.

Relembre-se que Américo, apesar de nesse tempo ser considerado o melhor guarda-redes português, não entrou em jogo durante o Mundial de 1966 por motivos da política desportiva do regime dessas eras. Passada essa saga dos Magriços de 66, e depois de no primeiro jogo a seguir ter acontecido mais do mesmo, com os mesmos resultados na defesa da baliza da equipa representativa da Federação Portuguesa de Futebol do sistema BSB, foi depois Américo finalmente chamado a defender a honra portuguesa, em Março de 1967, em jogo decorrido no estádio da antiga capital do império. E então Américo mostrou como era… e nesse ano e seguinte, até ter sofrido grave lesão que o obrigou a abandonar a carreira, Américo foi reconhecido com diversas distinções, comprovativas da sua grande categoria.


Em atenção disso, registamos aqui essa recordação, com recortes jornalísticos alusivos à exibição de Roma, mais algumas outras passagens documentais referentes a prémios com que foi agraciado à época, além da célebre primeira Baliza de Prata e primeiro trofeu Somellos-Helanca, entre os que já anteriormente havia recebido. Sendo no seu último ano de atividade até considerado o Desportista do Ano.


Então, em tempo de grande vitória portista em Roma, algo que leva o FC Porto a estar num interessante grupo na fase seguinte da mais importante prova europeia, já ao décimo sexto ano do século XXI, há que vincar que na década de sessenta, em pleno período musical dos Beatles, de estrelas de cinema como Marcelo Mastroianni e Sofia Loren, mais outros grandes nomes da história internacional, Américo foi considerado em 1967, no século XX, “Estrela de Roma”!


Armando Pinto

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terça-feira, 23 de agosto de 2016

FC Porto de regresso aos grandes momentos futebolísticos - Vitória épica em Roma e carimbo para a continuidade na Liga dos Campeões!

Ahhh!!! 
O FC Porto dos grandes momentos regressou. Grande vitória em Roma, com épica passagem à fase de grupos da Liga dos Campeões. Carimbada que fica com três golos em pleno estádio Olímpico de Roma.  Pedro Homem de Melo exaltou a alma do FC Porto no seu grandioso poema Aleluia, e o FC Porto continua a subir aos píncaros nas asas poéticas com épicas vitórias destas, como a de agora no estádio romano da atualidade.


Os comentadores adversos andavam a dizer que a equipa portista estava obrigada a marcar pelo menos um golo, como que a meter pressão... e a nossa equipa fez mais, com três, uma das contas que Deus fez.

Agora são já 21 presenças do FC Porto em 25 edições na "Champions", algo só igualado por Real Madrid e Barcelona. O FC Porto é algo especial!

E que grande vitória foi e é esta do FC Porto, no mítico Olímpico de Roma! Costuma-se dizer que em Roma sê romano, mas o FC Porto foi autêntico Dragão, a deitar fogo, não a Roma como séculos antes o imperador Nero, mas (não confundir com Nerú, por causa de certas rimas…)  a todas as mentes doentes que não olham a meios para procurar atingir os interesses portistas. Como se viu no fim do jogo pelas “trombas” de alguns comentadores televisivos de certos canais feitos com outros regimes, alguns dos quais ainda tentaram continuar com atoardas, daquelas em que só acredita quem quer…

Ora em Roma convém ver o Papa. E no canal televisivo que desta vez transmitiu o jogo até se viu uma entrevista a Pinto da Costa, mas quando ele estava a dar certo recado a um dirigente de determinado clube, o tal que disse que queria que o FC Porto perdesse por muitos e tendo sido ele a levar com o que cuspiu… perderam a imagem de satélite e cortaram a entrevista…  Há cada coisa… ou continua a haver… pois por mais que custe aos que não querem ver o Porto vencedor, o Porto deu um safanão e mostra que está de volta, continuando a ser forte.


Sem euforia, mas com alegria, esta foi mais uma bela noite europeia.  Com o FC Porto, depois do empate registado no Porto, a ir a casa do Roma vencer por três a zero, fazendo com que o Hino da Liga dos Campeões continue a ser ouvido este ano no estádio do Dragão.


O jornal italiano La Gazetta dello Sport, segundo a sua página da Internet, sintetiza:

«Roma fuori dalla Champions: 0-3 col Porto, espulsi De Rossi e Emerson


All'Olimpico segna Felipe, poi i giallorossi perdono la testa e Layun e Corona chiudono i conti: si ripartirà dalla fase a gironi di Europa League

23 AGOSTO 2016 - ROMA

Per il calcio italiano, i playoff per l’accesso alla fase a gironi di Champions saranno pure maledetti, ma la Roma ci ha messo tanto del suo. All’Olimpico il Porto vince addirittura 3-0 e si porta via soldi e qualificazione, con un bilancio per i nostri club che va drammaticamente aggiornato: solo il Milan (2013-14), nelle ultime sette stagioni, è riuscito a superare l’ultimo turno preliminare. I giallorossi partivano con il buon pari di Oporto da difendere, ma si sono buttati via, con le follie di De Rossi ed Emerson a cavallo di metà gara che hanno reso ancor più difficile una partita dove la Roma già di suo non aveva approcciato nel modo giusto.»

Assim, para bom entendedor, o FC Porto entusiasma e dá mais confiança, ganha e faz outros ficarem infelizes. Enfim, põe os adeptos adversários nervosos, invejosos e “trombudos”. Enquanto a massa apoiante portista fica mais feliz. Porque o que faz falta é animar a malta!!!


Armando  Pinto

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domingo, 21 de agosto de 2016

Gustavo Veloso, do W52/FC Porto/Porto Canal, triunfa no 75º Circuito da Malveira


Gustavo Cesar Veloso é o vencedor do 75º Circuito da Malveira. O ciclista do W52/FC Porto/Porto Canal foi o mais forte este domingo, deixando nas restantes posições do pódio Valter Pereira, do Sporting/Tavira e Jesus Corrochano, do Burgos BH, ambos a 12 segundos.

Ora, o chefe de fila do FC Porto, anteriormente vencedor de duas edições da Volta portuguesa ainda antes do regresso do FC Porto ao ciclismo e depois desta época lhe ter sido algo azarada devido a um acidente provocador de lesões que obrigaram a tempo de recuperação durante a temporada, até que na Volta deste ano ficou em 2º lugar logo atrás do colega de equipa Rui Vinhas, conseguiu finalmente sair vencedor final duma prova com a camisola do FC Porto, sendo o primeiro a cortar a meta como triunfador do Circuito da Malveira, uma das provas mais tradicionais do ciclismo nacional, desta vez na sua 75ª edição.

Corrida esta organizada pelo Clube Atlético da Malveira, com um passado de grande importância, o Circuito da Malveira é o circuito mais prestigiante de todos quantos se disputam no nosso país, mantendo uma tradição de longos anos, desde 1937, em cujo rol das 75 edições decorridas, em mais anos somados devido a interrupções acontecidas, o F C Porto inscreveu o nome por cinco vezes com ciclistas vencedores envergando camisolas azuis e brancas do clube. Tal como foi em 1952 por Onofre Tavares, em 1965 Albino Alves, em 1979 Venceslau Fernandes, em 1980 José Amaro e agora em 2016 Gustavo Veloso.


Nesta fase de realizações de circuitos, teve então lugar a famosa corrida da Malveira, de 35 voltas num percurso total de 45,5 km. Ao longo de cujas voltas pelo circuito Gustavo Veloso comandou um grupo adiantado de fugitivos e acabou vencedor. Veloso mostrou-se o mais forte em todas as frentes, vencendo até o maior número de voltas na frente da corrida, precisamente 18, e somando também o prémio da volta mais rápida, mais a classificação da montanha. Nas derradeiras 3 voltas, já nenhum dos companheiros de fuga conseguiu manter-se ao lado de Veloso, que deu um grande espetáculo de ciclismo com sua grande qualidade.


Gustavo Veloso agarrou a vitória em arranque solitário, deixando a 12 segundos atrás Valter Pereira e Jesus Del Pino, seguindo-se a 17 s António Barbio e a 21 s André Ramalho. Por equipas, a W52/FC Porto impôs-se mais uma vez no plano coletivo, à imagem da superioridade vincada em toda a temporada, seguida desta feita pela equipa espanhola Burgos BH e da portuguesa Sporting/Tavira.

Armando Pinto

(Obs.: Fotos da Internet)
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sábado, 20 de agosto de 2016

Vitória do FC Porto em jogo importante dentro e fora de campo…


Em dia de volta de honra dos ciclistas do FC Porto vencedores da Volta a Portugal, que mostraram a taça da Grandíssima diante dos adeptos portistas em pleno estádio do Dragão, e ainda duma volta de apresentação pública de equipas azuis e brancas doutras modalidades, o F C Porto teve uma importante vitória da equipa principal de futebol para o campeonato nacional da Liga, na paciência e confiança com que os homens do Dragão conseguiram levar de vencida o adversário sulista que veio para defender a todo o custo...

 
= Equipa de Ciclismo do FC Porto recebendo justa homenagem no estádio do Dragão!

De facto, a equipa de ciclismo do W52-FC Porto-Porto Canal, vencedora da edição 2016 da Volta a Portugal, recebeu o carinho e o agradecimento dos adeptos portistas durante o intervalo do FC Porto-Estoril deste sábado. Os oito corredores que participaram na prova rainha do ciclismo nacional deram a tradicional volta de honra ao relvado do Estádio do Dragão. Acompanhados pelo diretor desportivo Nuno Ribeiro, Rui Vinhas - o grande vencedor da Volta - mais Gustavo Veloso, Raúl Alarcón, Ricardo Mestre, António Carvalho, Joaquim Silva, Samuel Caldeira e Rafael Reis receberam calorosos aplausos ao longo do percurso efetuado perto dos espetadores do Dragão.


Depois dos ciclistas foi a vez dos campeões nacionais de basquetebol, que esta semana regressaram ao trabalho, e dos componentes da equipa de hóquei em patins, já a trabalhar para a próxima época, darem uma volta pelas linhas do relvado. Bem como, de seguida, houve oportunidade de também se apresentar o plantel de andebol para a nova temporada.

= Hoquistas e basquetebolistas do FC Porto no estádio do Dragão

Quanto ao jogo e consequente resultado, na verdade foi sobretudo uma vitória com o condão da equipa portista, com pulmão e coração, ter conseguido superar a arbitragem maldosa do trio equipado de vermelho, que não quis ver dois penaltis, um quase no início do encontro e outro mais para o meio da segunda parte, ou seja ainda com o resultado em branco. (Havendo de ser de enfiada, para se descrever sem delongas o sucedido) Tendo assim o golo, surgido aos 84 minutos, sido também e especialmente uma valente bofetada naqueles árbitros que estiveram à frente das decisões do jogo e em quem os nomeou, já que da forma que foi obtido nunca poderia ser anulado…


Foi então um autêntico jogo de sentido único, com um golo e três pontos para o FC Porto, que deste modo passa a somar duas vitórias em outras tantas jornadas da I Liga. Deixando animadas as hostes azuis e brancas mais ainda para o próximo embate em Roma e mesmo depois para o seguinte compromisso dos Dragões perante o clássico de Alvalade, com um Sporting que também soma seis pontos.


Neste jogo contra o Estoril, apesar de atacar muito e ter rematado por 25 vezes, o FC Porto apenas garantiu a vitória, por 1-0, aos 84 minutos, através de certeira cabeçada de André Silva, que assim marcou nos três jogos oficiais da temporada. Desta vez marcando de cabeça, desviando a bola entre os defesas amarelados, após um centro de Layún, o mexicano useiro em assistências para golo.


Apreciável o apoio à equipa, mostrando a grande maioria da massa adepta azul e branca que o Dragão terá de ser a fortaleza que a equipa precisa e põe os adversários receosos da reação coletiva, qual será como desta feita a confiança patenteada até ao fim.

Armando Pinto
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terça-feira, 16 de agosto de 2016

Atualização Histórica do Ciclismo Portista


Chegada que está a época de futebol, e com o ciclismo já em fase de descompressão, passada a azáfama das provas mais importantes e enquanto decorrem as tradicionais clássicas e circuitos festivos, é tempo de atualizar a contabilidade histórica sobre o ciclismo azul e branco, no ano do regresso. Crescido que é ainda mais o rol de números e nomes, neste andamento do FC Porto sobre rodas das bicicletas desportivas. 


Assim sendo:

 - Para além de 15 vitórias na clássica Porto-Lisboa, por ora, mais 3 na congénere Lisboa-Porto (entretanto desaparecida) e muitíssimas vitórias em Grandes Prémios e outras clássicas, mais a Taça de Portugal ganha já em 2016 (que se não disputava ao tempo anterior do ciclismo portista), o FC Porto conta na história da Volta a Portugal com 14 vitórias por equipas (nas Voltas de 1948, 1949, 1950, 1952, 1955, 1958, 1959, 1962, 1964, 1969, 1979, 1980, 1981 e 2016), 7 títulos de reis da montanha (1947-Fernando Moreira, 1955, 1958, 1960 e 1961-Carlos Carvalho, 1962-Mário Silva e 1981-José Amaro) e 13 classificações gerais (vitórias individuais) com triunfos de Fernando Moreira (em 1948), Dias dos Santos (1949 e 1950), Moreira de Sá (1952), Carlos Carvalho (1959), Sousa Cardoso (1960), Mário Silva (1961), José Pacheco (1962), Joaquim Leão (1964), Joaquim Sousa Santos (1979), Manuel Zeferino (1981), Marco Chagas (1982) e Rui Vinhas (2016).


Contando que o FC Porto começou a competir oficialmente em ciclismo anos mais tarde que outros clubes, e sobretudo lembrando os mais de trinta anos em que o clube portista não teve equipa de ciclismo, além de anteriores interrupções, é de vincar que o FC Porto é o clube com mais títulos na história do ciclismo português.

Bonito e sintomático!


Armando Pinto

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